Vaga de Teis é da AL e articulação é natural, diz Sérgio Ricardo em MT

Mesmo com movimentação nos bastidores do estado, conselheiro descartou saída antecipada e planeja permanecer no cargo até o limite constitucional.

Por Redação • 14/10/2026 11:46 • 5 acessos
Vaga de Teis é da AL e articulação é natural, diz Sérgio Ricardo em MT

A sucessão em uma das cadeiras do Tribunal de Contas de Mato Grosso entrou no centro das discussões políticas após manifestações de autoridades do estado. O presidente da Corte fiscalizadora pontuou que o futuro assento vinculado ao conselheiro Waldir Teis pertence por direito constitucional à Assembleia Legislativa, classificando como normal a movimentação de parlamentares interessados na vaga.

As especulações sobre a abertura do posto ganharam força nos bastidores estaduais após divergências públicas durante sessões recentes do órgão. No entanto, o próprio conselheiro afastou qualquer possibilidade de deixar a função antes do prazo obrigatório, reforçando a intenção de permanecer exercendo suas atividades até atingir a idade limite de permanência no serviço público, prevista para o ano de 2028.

O comando do Legislativo estadual confirmou anteriormente que parlamentares já sondaram o cenário político de olho na cadeira, embora nenhuma tratativa tenha avançado para pedidos formais de indicação até o momento. A direção do tribunal esclareceu que qualquer substituição só passa a tramitar formalmente após uma comunicação oficial de desligamento enviada pelo próprio membro à presidência da Corte.

Após a notificação oficial da vacância, o rito institucional estabelece que os deputados estaduais conduzem as discussões, realizam a sabatina do nome escolhido e votam a indicação em plenário, antes de o processo seguir para a apreciação governamental. A legislação vigente não restringe a escolha exclusivamente a parlamentares, permitindo que o grupo político avalie diferentes perfis para o cargo.

Por fim, o chefe do tribunal lembrou que todos os atuais integrantes do colegiado já atingiram o tempo mínimo exigido de atuação e estão aptos a solicitar o desligamento voluntário a qualquer momento. Contudo, diante da negativa de saída antecipada, o preenchimento da vaga deve aguardar o encerramento do ciclo regular do atual conselheiro no estado.

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